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Uma das maos dele prendeu as minhas enquanto que a outra tentava desapertar-me o casaco. Entrei num choro compulsivo e comecei a gritar. Não pode, não pode. Estava com medo, de nunca mais sair dali. Debatia-me em vão contra ele. Gritava, mas a voz perdia-se. Soltou-me as maos para me tapar a boca e foi nesse momento que me livrei dele.
Sinceramente não consigo descrever tudo, exactamente. Devia, eu sei que devia. Mas não consigo.